Quem Somos



O JN DA CHAPADA e um portal de notícias que tem como principal objetivo informar a população da Bahia sobre os mais importantes acontecimentos que influenciam diretamente o seu dia a dia. Submetemos o conteúdo que veiculamos ao crivo da verdade, da isenção, do respeito, da autenticidade e do profissionalismo.
Não fazemos parte de qualquer grupo político. Trabalhamos arduamente para fortalecer os evolutivos valores estruturais de nossa sociedade, valorizando a verdade, a liberdade, o respeito, a justiça e a igualdade de oportunidades, com incondicional isenção, independência e imparcialidade.
Nosso portal de notícias trabalha para fornecer informações úteis e verdadeiras aos nossos usuários. Nosso estilo de jornalismo se baseia em fatos e expressões da vontade popular. Pautamos nossas notícias na veracidade da informação e na manifestação pública, com foco na imprensa livre e responsável.
Leandro Santos do vale
Rodrigo Ramos


Jornalismo é a coleta, investigação e análise de informações para a produção e distribuição de[1] relatórios sobre a interação de[1] eventos, fatos, ideias e pessoas que[2] são notícia e que afetam a sociedade em algum grau. A palavra se aplica à ocupação (profissional ou não), aos métodos de coleta[3] de dados e à organização de estilos literários. A mídia jornalística inclui: impressãotelevisãorádioInternet e, no passado, noticiários.[4]

Os conceitos do papel apropriado do[5] jornalismo variam de país para país. Em algumas nações, os meios de comunicação de notícias são controlados pelo governo e não são um corpo completamente independente.[3] Em outros, os meios de comunicação são independentes do governo, mas a motivação pelo lucro entra em tensão [4]com as proteções constitucionais da liberdade de imprensa. O acesso à informação livre recolhida por empresas jornalísticas independentes e concorrentes, com normas editoriais transparentes, pode permitir aos cidadãos participarem [6]efetivamente do processo político. Nos Estados Unidos, o jornalismo é protegido pela cláusula de liberdade de imprensa na Primeira Emenda.

O papel e o estatuto do jornalismo,[4] juntamente com o dos meios de comunicação de massa, tem sofrido mudanças ao longo das duas últimas[6] décadas com o advento da tecnologia digital e a publicação de notícias na Internet.[7] Isto criou uma mudança no consumo de canais de mídia impressa, à medida que as pessoas consomem cada vez[8] mais notícias através de jornalismo eletrônicosmartphonescomputadorestablets e outros dispositivos, desafiando as organizações de notícias a rentabilizarem totalmente suas versões digitais, bem como a improvisar o contexto no qual elas publicarão notícias na imprensa. Notavelmente, no cenário da mídia estadunidense as redações têm reduzido sua equipe e cobertura em canais de mídia tradicionais, como a televisão, para lidar com a diminuição do público nesses formatos.[9]

Esta compacidade na cobertura tem sido associada ao atrito geral do público, uma vez que grande maioria dos entrevistados em estudos recentes mostram mudanças nas preferências no consumo de notícias.[10] A era digital também deu início a um novo tipo de jornalismo no qual os cidadãos comuns desempenham um papel maior no processo de produção de notícias, sendo possível o surgimento[11] do jornalismo cidadão através da Internet. Através do uso de smartphones equipados com câmeras de vídeo, os cidadãos podem gravar imagens de eventos de notícias e enviá-los[4] para canais como o YouTube, que é frequentemente usado por meios de comunicação. Ademais, o acesso fácil às notícias de uma[12] variedade de fontes, como blogs e outras mídias sociais, resultou em leitores que podem escolher entre fontes oficiais e não oficiais, em vez de apenas depender das organizações tradicionais.

O mais antigo jornal de que se tem notícia foi[6] o Acta Diurna, que surgiu por volta de 69 a.C., a partir do desejo de Júlio Cesar de informar a população sobre fatos sociais e políticos ocorridos no império, como campanhas militares, julgamentos e execuções.[13] As notícias eram colocadas em grandes placas brancas expostas em local de grande acesso ao público. Na China, jornais escritos a mão surgiram no século VIII.[13]

A partir da invenção de Johannes Gutenberg, em 1447, surgiram os jornais modernos, que tiveram grande circulação entre comerciantes, para a divulgação de notícias mercantis. Havia ainda jornais sensacionalistas escritos a mão, como o que noticiou as atrocidades ocorridas na Transilvânia, feitas por Vlad Tsepes Drakul, mais conhecido como Conde Drácula.[13] Em Veneza, o governo lançou o Notizie scritte, em 1556, ao custo de uma pequena moeda que ficou conhecida como "gazetta".[13]

A publicação periódica iniciou-se na Europa Ocidental a partir do século XVII, como o ''Avisa Relation oder Zeitung'', surgido na Alemanha em 1609. O London Gazette, lançado em 1665, ainda mantém-se até a atualidade, agora como publicação oficial do Judiciário.[13] Esses jornais davam pouca atenção a assuntos nacionais, preferindo focar-se em fatos negativos ocorridos em outros países, como derrotas militares e escândalos envolvendo governantes.[13] Os assuntos locais passaram a ser mais abordados na primeira metade do século XVII, mas a censura era uma prática comum, não sendo possível noticiar algo que pudesse provocar insatisfação popular contra o governo. A primeira lei protegendo a liberdade de imprensa foi aprovada na Suécia em 1766.[13]

Com a invenção do telégrafo, em 1844, as notícias passaram a circular muito mais rapidamente, gerando uma grande mudança no jornalismo.[13] Em meados do século XIX, os jornais já eram o principal veículo de transmissão das informações, passando a surgir grandes grupos editoriais, que tinham grande capacidade de influência.

Nos anos 1920, o surgimento do rádio novamente transformou o jornalismo, o que voltou a acontecer a partir dos anos 1940 com o surgimento da televisão. Na década de 1950 surge no Rio de Janeiro uma nova forma de Jornalismo impresso, no jornal Diário Carioca, Danton Jobim, que foi o fundador da primeira faculdade publica de jornalismo no Brasil,[14] introduziu o Lead, a Pirâmide invertida e elaborou de um Manual de redação, modernizando o jornalismo brasileiro.[15] A partir do fim dos anos 1990, a internet trouxe volume e atualização de informações sem precedentes.[13]

O Início

O jornalismo exerceu uma grande influencia no modo de pensar e agir das civilizações antigas, onde a escrita se fez presente em algumas civilizações:

A civilização que mais se aproxima do jornalismo é a dos sumérios, pois a escrita era muito presente nesta civilização, embora a profissão jornalismo não existisse na civilização os povos tinham o habito de fazer registros dos acontecimentos e uma das funções do jornalista é também registrar acontecimentos. Os sumérios foram os inventores da escrita, eles escreviam em taboas feitas de argila, usando um estilete feito de cana que deixava sinais em forma de cunha e utilizavam argila para escrever por isso a escrita ficou conhecida como escrita cuneiforme. Eles colocavam as tabuletas cuneiformes em um forno, quando queriam que seus registros fossem permanentes.

Na era primitiva não existia jornais, nem a profissão de jornalista, mas nenhuma sociedade conseguiria viver sem informação, então provavelmente, um dos primeiros instrumentos de registros teriam sido pedras de vários tamanhos, placas de argila etc..

Não se sabe a origem exata do jornalismo e qual foi o primeiro jornal do mundo, mas os historiadores atribuem ao Imperador Romano Júlio César esta invenção, através das Actas diurnas como diz Luciano Biagio Toriello:

“Utilizando-se dessa estrutura de distribuição de mensagens, Julio Cesar determinou a circulação das Actas Diurnas (Actae Diurnae), provavelmente surgidas no séc. II a.C., possivelmente em 131 a.C., como um importante instrumento para manter a presença do estado romano no território, servindo como um diário oficial para divulgar os atos governamentais, decisões do senado e feitos do imperador. Constituíram-se no primeiro exemplo de jornalismo na história da humanidade, escritas por magistrados, escravos e funcionários públicos, os diurnarii ou actuarii, que podem ser considerados os primeiros jornalistas, responsáveis pela tarefa de recolher as informações, redigir os textos e afixar as Actas,mesmo que possivelmente fossem obrigados a registrar o que lhes era ditado pelo Senado. É provável a existência de oficinas editoras de Actas, como uma empresa jornalística, que para alcançar um público maior e vender seu produto, acrescentavam além da cópia do texto oficial, informações de produção própria, como notícias cotidianas e fofocas sociais.” (Luciano Biagio Toriello, 2011)

As Actas diurnas, criadas na Roma Antiga eram registradas à mão em bases de madeira e eram expostas na praça central dos povoados, assim todos os cidadãos poderiam ler e comentá-las em uma atividade pública.

Na Grécia, o espaço de Ágora acolhe a troca de mercadorias e idéias, possibilitando a formação de um intenso espaço mediador cultural. E nesse espaço publico a cidadania era exercitada entre os participantes através da comunicação tendo os pressupostos de liberdade e igualdade presentes nessa cultura, permitindo a fundação de um modelo de ação política que se baseava no uso da palavra “O espaço público (grego) é um espaço de comunicação, de construção do discurso”, diz FINLEY. (1989, p. 06)

O diálogo entre as diferentes posições dos participantes, era um diálogo social e amplo que tinha interesse e pensamentos ideológicos afinados. Valorizando a existência entre o espaço mediador e a comunicação, permitindo a expressão do pensamento através da fala humana em um espaço comum, denominado pelos gregos de polis, concluindo que o homem grego é a sua própria fala e capacidade de oratória.

A comunicação entre as pessoas sempre se dava em espaços físicos públicos e coletivos que permitia uma intensa comunicação verbal e vida comunitária, esse espaço publico era uma cidade como, por exemplo, a cidade de Atenas, como diz Cortez Rodrigues Glauco:

“Era uma sociedade mediterrânea onde as pessoas se juntavam fora de casa, nos dias de mercado, nos inúmeros momentos festivos e, em qualquer altura, no porto e na praça da cidade. Os cidadãos pertenciam a vários grupos formais e informais... Todos esses grupos forneciam ensejo para se saberem novidades e para bisbilhotices, para discussões e debates, para a contínua educação política... Tal fenômeno não era exclusivamente urbano. Os camponeses atenienses não viviam em quintas isoladas, mais sim em lugares e aldeias, com as suas praças, centro de culto próprio e assembleias ocasionais, com a vida política peculiar constitucionalmente ligada à cidade-estado”. (Cortez Rodrigues Glauco, 2007)

O movimento de comunicação começa na Grécia, porém Roma sucedeu no cultivo das artes, da filosofia, da retórica e da política, sendo governada por um sistema democrático por um período, onde era permitido que as pessoas se expressassem e uma das formas de comunicação era fixar escritas em paredes ou tabuinhas com mensagens que simultaneamente se podem considerar “jornalísticas” e “publicitárias. Pode dizer-se que é graças aos gregos e, posteriormente, aos romanos, que temos hoje em dia a Civilização Ocidental (somos filhos de Atenas e de Roma!).


Jornalismo na Idade média:

Na Idade Média, não se encontrava a profissão de jornalismo, porém existiam pessoas que usavam os métodos existentes da época para manter as pessoas informadas sobre o que estava acontecendo, como por exemplo, os arautos e os correios.

O arauto era o mensageiro oficial da idade média, ele fazia as proclamações solenes, verificava títulos de nobreza, transmitia mensagens, anunciava a guerra e proclamava a paz, quando aparecia publicamente era motivo de atenção e respeito. Para anunciar algo ao público, subia em uma plataforma em meio à praça pública, e anunciava a notícia aos gritos e geralmente com roupas diferentes para chamar mais atenção das pessoas. Os correios foram o primeiro serviço postal internacional da idade média, eram basicamente carteiros que entregavam as cartas a cavalo, e quando chegavam ao destino, tocavam uma corneta para anunciar sua chegada, assim levavam informações para as pessoas.

Existiam várias outras formas de comunicação na época, porém as mais parecidas com a profissão de jornalista foram essas, que possuíam praticamente o mesmo “objetivo” e a mesma intenção da profissão escolhida.

O período mercantilista dependia da melhoria de vários tipos de veículos de comunicação como, por exemplo, técnicas para coordenar fabricação, transporte, produção de matérias-primas, transações financeiras e a exploração de mercados.

No período mercantil teve o surgimento da imprensa por Gutenberg que ocorreu no século XV e foi uma das maiores revoluções da modernidade, pois era muito facilitado pelo barateamento, facilidade de multiplicação e também de circulação informacional. Após a invenção da imprensa, imprimir e compor livros deixaram de ser práticas manuais e artesanais e tornaram-se uma produção em série mecanizada.

O jornalismo do período mercantilista não possuía semelhanças a esse produto da indústria cultural, porém foi na época mercantil que as notícias impressas passaram a serem vendidas e assim começaram a circular com grande frequência, pois os impressos eram transmitidos para toda a sociedade. Na Holanda teve o surgimento dos corantos, que eram jornais com as principais notícias, fatos econômicos e políticos do estrangeiro, os corantos espalharam- se por toda a Europa no início do século XVII.

Os acessos a esses primeiros dispositivos pré-jornalísticos surgiram a partir do século XVI e eram essenciais pois as pessoas dependiam da leitura deles para se informar sobre dados políticos e econômicos mais atualizados. Eram essas informações que os orientavam em decisões, como diz Edward Palmer Thompson:

[...] Os indivíduos que liam estes jornais, ou escutavam sua leitura por outros, ficavam conhecendo fatos acontecidos em lugares os mais distantes da Europa – fatos que eles nunca poderiam testemunhar diretamente, em lugares que eles certamente nunca iriam visitar. Por isso a circulação destas formas primitivas de jornal ajudou a criar a percepção de um mundo de acontecimentos muito distantes do ambiente imediato dos indivíduos, mas que tinha alguma relevância potencial para suas vidas. (THOMPSON, 1999, p. 65)

O jornalismo nasceu juntamente com a editoria internacional, com foco em coleta de informações e difusão de notícias de terras distantes.

No Brasil ele se inicia de maneira tímida no século XIX, começando com o “O Correio Braziliense”, jornal sobre o Brasil editado em Londres durante o período colonial. No Império, diversos jornais começam a aparecer, porém só após anos alguns impressos se solidificaram no país.

Em 1 de julho de 1808, surge em Londres, o jornal “Correio Braziliense”, criado por Hipólito José da Costa Pereira Mendonça Furtado, muitos falam que pode ter sido o primeiro jornal brasileiro, ele não possuía caráter noticioso, mas mostrava uma visão crítica dos fatos políticos, econômicos e sociais que envolviam o Brasil na época,.

Em 10 de setembro de 1808, começa a circular a “Gazeta do Rio de Janeiro”, onde informava sobre a administração e movimentação do reino. Com a Revolução do Porto, em 1820, o jornal “Correio Braziliense”, passou a circular livremente pelo Brasil e também por Portugal.

As publicações dos jornais na época, não haviam regularidade e o sistema de assinaturas fortalecia certas publicações. O equipamento para impressão gráfica era caro, por isso haviam diversos jornais escritos à mão. Em 1853, nasce o primeiro jornal diário brasileiro, em São Paulo, chamado de “O Constitucional”.

Na década de 1830, em são Paulo foram feitas muitas publicações por acadêmicos e estudantes, como por exemplo “O Guaianá” e “A Academia” que foram criados como campanha pela luta da abolição da escravatura no ano de 1856.

Dois jornais têm grande importância durante o período colonial: “A Malagueta”, de Luís Augusto May, e “A Aurora Fluminense”, de Evaristo da Veiga, este defendia a liberdade e os interesses nacionais, com foco político e literário, diferenciando-se dos outros jornais por não adotar uma linguagem bacharelesca e elitizada, além de não cultivar a mentira nem o servilismo da imprensa oficial.

O jornalismo no Brasil começa a partir do Império, porém no período Colonial surgem publicações que ficaram marcadas na história. A política e o jornalismo sempre andaram juntas, pois o jornal surge também como uma forma de manifestação política, principalmente daqueles que se indignavam com o poder público,

O espírito do jornalismo fez crescer no país uma atmosfera de inquietude e também de indignação. As pequenas publicações foram fundamentais para que jornais pudessem se consolidar no país. O jornalismo procurava a desalienação do povo, e o mais importante algumas publicações não se preocupavam somente com o lucro, e sim com o fato.

A evolução jornalistica:

O mundo no século XVII e XIX passa por diversas transformações e a principal causa foi a revolução industrial que trouxe uma grande evolução tecnológica onde as fábricas passaram da simples produção manufaturada para a complexa substituição do trabalho manual por máquinas, ela interviu e mudou diversos trabalhos e com o jornalismo não foi diferente, a partir da revolução industrial o jornalismo teve um enorme avanço, pois teve desenvolvimento do primeiro “mass media”, a imprensa, que permitiu também a criação de novos empregos.

A Primeira Revolução Industrial é marcada no jornalismo, pela substituição da produção artesanal de jornais pelas linhas de produção, onde envolve maquinas e profissionais especializados. A motorização a vapor e o telégrafo ajudam a aumentar a velocidade na produção, assim aumentando a escala, pois com eles é possível produzir mais com cada vez menos tempo e menos recursos de matéria-prima e de mão de obra, nesse período o jornalismo e a produção em massa, se materializaram a partir do desenvolvimento das primeiras máquinas a vapor e da expansão das ferrovias.

Na Segunda Revolução Industrial, a eletricidade e os dispositivos elétricos incrementam as mudanças nas práticas da produção jornalística, diferenciando-se do período anterior, marcado pelas publicações impressas, pelos trens e navios a vapor. Somente a partir do século XIX, que a Segunda Revolução Industrial se desenvolve até a época da Segunda Guerra Mundial, ou seja, trata-se de quase um século entre duas etapas na evolução do jornalismo, da época comandada pelos jornais impressos, para a Era dos meios de comunicação eletrônicos, com a disseminação de conteúdo informativo por áudio e imagem.

No século XIX foi quando surgiram os primeiros jornais impressos, onde foi aberto um espaço para reflexões sobre o novo comportamento da sociedade, o período não foi apenas o século da Revolução Industrial mas foi também o século da Revolução Tecnológica pois as informações vinda por meio dos jornais, por mais que fizessem parte apenas da elite, tornou muito mais fácil e rápida a comunicação. Foi durante o século XIX também que se verificou o desenvolvimento do primeiro mass media, a imprensa. A vertiginosa expansão dos jornais no século XIX permitiu a criação de novos empregos neles; um número crescente de pessoas dedica-se integralmente a uma atividade que, durante as décadas do século XIX, ganhou um novo objetivo, fornecer informação e não propaganda

Nesse sentido, Pereira (2004) explica que no último quarto do século XIX, a imprensa já se estabelece como pleno negócio. A produção jornalística necessita buscar uma forma de se auto sustentar e aumentar a margem de lucro. A solução encontrada foi associar a publicidade ao produto informativo, ocasionando um suporte misto, pelo qual a produção e a circulação de notícias são financiadas em grande parte pelos anunciantes.

Já Marcondes Filho (2001) cita algumas características de dois períodos intitulados por ele como, primeiro jornalismo e segundo jornalismo. O primeiro jornalismo, na concepção do autor, corresponde do ano de 1789 a 1830, e se caracteriza pelo conteúdo literário e político, com texto crítico, economia deficitária, e quem o comandava era escritores, políticos e intelectuais. O segundo jornalismo, datado de 1830 até 1900, era chamado de imprensa de massa, marcando o início da profissionalização dos jornalistas, a criação de reportagens e manchetes, e, também, o uso da publicidade e a consolidação da economia de empresa, transformando essas empresas em grandes metrópoles, destacando a relação do jornalismo com a eletricidade, já que, a cada onda na evolução tecnológica, novos dispositivos elétricos são criados e lançados no mercado. Ao mesmo tempo verifica-se o aperfeiçoamento dos transportes terrestres, aquáticos e aéreos, o que promove mudanças cada vez mais rápidas.

O fato do homem ser um ser social fez com que houvesse a necessidade de comunicação presente desde o princípio da humanidade marcada por evoluções, assim como os costumes e hábitos do ser humano, estão sempre em transformação, acompanhando a evolução da tecnologia. Nos primórdios, a comunicação era feita através de gestos e grunhidos, mas com a fala “cara a cara” foi que deu início a comunicação como conhecemos hoje.

Antes, os leitores de um jornal escreviam cartas publicadas, geralmente, nas primeiras folhas do periódico. Atualmente, usuários das redes produzem conteúdo audiovisual e o divulgam sem o intermédio de um editor. As agências se apropriam da tecnologia para agregar competitividade e vantagens no mercado, procurando ajustar-se às demandas para cobrir, de forma mais adequada, as necessidades dos clientes e dos públicos desses clientes.

JN DA CHAPADA